Rebelde, Malhação, Legendários, Fina Estampa e CQC – as rapidinhas de segunda-feira na televisão!
Pequenos comentários do que vimos na semana que passou e do que vamos ver hoje à noite!

“Rebelde” da Record faz mais barulho do que audiência. A novela empacou. É chata. Ver um capítulo inteiro é só para os fortes de estômago. Nos bastidores é factóide em cima de factóide. Um namorou com a outra, que separou daquele, que já está com aquela. E nada ajuda. Segue sendo um sucesso de fogo brando. O remake da versão original mexicana exibida no SBT vai com certeza dar o que falar ainda, só que por outros motivos!
A Globo precisa urgente ajustar o horário da tarde. Ainda não dá pra saber se o erro está na reprise de “Mulheres de Areia” ou na nova “Malhação”, está muito no começo, tanto da reprise, quanto da nova fase da novelinha. O fato é que os números vêm caindo. Pega pela frente “A Vida da Gente” também começando. A audiência só começa a subir com “Morde & Assopra”. Por enquanto tudo bem, mas a novela de Walcyr Carrasco acaba daqui algumas semanas, e aí vai ficar difícil pro “Jornal Nacional” e “Fina Estampa” segurarem o rojão.
O “Vale a Pena ver Direito” do “Legendários” é de longe a melhor atração do programa. Quando estamos em época de “A Fazenda” então fica tudo muito melhor. É muita sagacidade de Marcos Mion nos comentários. No último sábado, ele tava inspirado nos comentários sobre o concurso de dublagens que aconteceu no reality.

Eva Wilma vai com toda certeza do mundo fazer a diferença em “Fina Estampa”. A chegada da Tia Íris nos últimos capítulos já mostrou que a dobradinha com Torloni vai ser ótima. Uma velha conhecida dos textos de Aguinaldo Silva, a atriz é daquelas raridades da televisão que já chegam com total controle sobre a personagem e dominando as cenas. No capítulo de hoje promete dar mais um show com a invasão da festa de Teresa Cristina. Hoje é dia de talento, bebê!
Hoje, Rafinha Bastos sai da bancada do CQC. Monica Iozzi o substituirá. O caso Rafinha gera um monte de discussões hipócritas e sem sentido sobre humor, responsabilidade e limites. O caso Rafinha, na minha opinião revela apenas aquilo que já está claro há algum tempo: a falta de criatividade que assola o “CQC” desde o ano passado. As mesmas matérias, as mesmas polêmicas e as mesmas piadas. O programa que fez história, revolucionou, ganhou o público e a crítica agora caminha pra um destino trágico onde a pressão pública fala mais alto que a criatividade. É hora de repensar. Ainda dá tempo de salvar.








