Luz, câmera, ação: ao vivo tudo pode acontecer
Longe de agressões físicas e invasões deselegantes, erros ao vivo rendem boas risadas…

O sanduíche iche iche…
Nos últimos dias, presenciamos a volta à cena das invasões de links ao vivo da pior maneira possível…
Porém, passando longe das agressões físicas e/ou verbais e invasões deselegantes (Sandra Annenberg curtiu isso), tudo pode acontecer diante de uma câmera aberta e ao vivo. Seja em estúdio ou na rua mesmo.
Os micos frente ao selo de “ao vivo” no canto da tela são em geral inesperados e curiosos. Vão desde um erro de cena a uma dancinha engraçada atrás do sério repórter. Nessa hora, quem está em casa mais atento não segura o riso.
O “Pânico”, em meados de 2007, aproveitou esse nicho de Roberts (termo criado por eles próprios para quem faz tudo para aparecer) e incentivou os telespectadores a fazerem as dancinhas do programa, especialmente a Dança do Siri, atrás de links ao vivo.
Acho que você já sabe no que deu…
Mas nem só da Dança do Siri são feitos os erros ao vivo. Neste, o casal Chico Pinheiro e Carla Vilhena acompanha a narrativa da repórter e, não mais do que de repente, a câmera volta pra eles. Nos bastidores…
E o que dizer de Ana Paula Padrão, na bancada do “todo-poderoso” Jornal Nacional, rindo da cara da morte?
Um repórter ao vivo, um choque com o fio do microfone e um mico:
Mas esse é remake desse… Mostra aqui, Pederneiras:
O repórter da gloriosa TV Canção Nova que foi atropelado por uma mula desgovernada. É SÉRIO:
Você sentiu falta da Daniela Albuquerque? Ela merece um capítulo a parte nessa história. E tem esse capítulo especial em As Maiores Gafes do “Manhã Maior”. Aqui mesmo no RD1!
Esse post fica por aqui. O que vem daqui a pouco, Juliana Alvim?








