Não entendo panicats
Atenção: a introdução desse texto pode parecer argumento de stand-up comedy, mas é a mais pura verdade. Alerta feito, vamos ao texto.

Se tem uma coisa que eu não entendo é panicat. Não no sentido de não entender que esses seres são uma versão contemporânea das chacretes ou que são dotadas de dois olhos, uma boca e (no mínimo) um par de silicone, como a maioria das pessoas normais. Não entendo como de repente ser panicat se tornou algo em evidência no mundo das celebridades, que de algum tempo é composto por pessoas pouco célebres.
No último domingo, a ex-panicat Dani Bolina passou por uma sabatina no programa da Ana Hickmann e soltou que algumas dessas moças fazem programa pra bancar todo luxo que pavoneiam por aí. Até aí surpresa alguma e nada contra também. O que foi estranho foi a defesa da atividade de panicat enquanto trabalho, como meninas que venceram na vida com muito custo e sofrimento. Deve ser muito sofrido ter que fazer academia 5 vezes por dia pra ficar com corpo de Hulk e ganhar para comparecer em eventos e ser fotografada sem calcinha. Agora não me venha chorar de emoção porque conquistou tudo isso e jogar na cara do ~Brasil~ porque a gente sabe que vida de trabalhador não é fácil. Recomendo pegar ônibus todo dia e ter carteira assinada pra entender o que é trabalho mesmo, chicks.
Em tempo: um caso curioso de panicat é Jaque Khury. Ex-BBB que não teve espaço na Globo, foi pra Record, quase entrou pra Fazenda, foi pro Legendários, saiu de lá e agora se tornou, veja só, panicat. Dá pra ver que ela tem muito foco na carreira e talento pra coisa nenhuma.
Fica a dica, se você for gostosa e souber mover o corpo pra lá e pra cá não importa qual é a música, candidate-se a uma vaga de panicat.
P.S: Leitor chato vira e diz: aah, mas elas tem que enfrentar altos desafios no Pânico. Eu respondo: amg, desafio quem enfrenta é um cara que vive na Somália, bjs.








