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Tele História

19/09/2011 às 18:15 - Da Redação

Tele História: Os maiores bordões da televisão brasileira

“Tô certo, ou tô errado?”

A saudosa Mara Manzan emplacou o bordão “Cada mergulho é um flash” na novela “O Clone”

Algumas frases de novela e programas humorísticos caem no gosto popular e passam a ser repetidas nas ruas, até se tornarem gírias. Criados muitas vezes pelos próprios atores, os bordões eternizam os personagens. Quem não lembra do “Sou chique, benhê”, ou do “Vem cá, te conheço?”.

Por isso, dedicamos esta edição do “Tele História” para mostrar os maiores bordões. Seja da atual Valéria Vasques com seu “Ai, como eu tô bandida” ou do “Tô certo, ou tô errado?” do Sinhozinho Malta, personagem de Lima Duarte em “Roque Santeiro”.

“Cala a boca, Magda!”

Gritava Caco Antibes (Miguel Falabella) a cada besteira dita por sua esposa, a “burra” Magda (Marisa Orth), no programa global “Sai de Baixo”, que foi ao ar de março de 1996 a março de 2002. Magda sempre agia como uma criança. Além disso, trocava nomes e errava ditados, o que deixava o marido muito irritado.

“Não é brinquedo não!”

“Solange Couto deu vida à famosa Dona Jura, da novela “O Clone”, e junto com ela trouxe para a telinha um dos bordões mais famosos: “Não é brinquedo não!”, repetia constantemente a dona do bar mais frequentado de São Cristóvão. Seu estabelecimento era um ponto de encontro dos personagens e sempre recebia celebridades, como o cantor Martinho da Vila e o ex-jogador de futebol Pelé. Não era brinquedo mesmo!

“Vem cá, te conheço?”

Criado pela atriz Maria Clara Gueiros, o bordão “Vem cá, te conheço” era repetido sempre durante os quadros da personagem Laura, no “Zorra Total”, da Rede Globo. A perua falava mal de diversas amigas e às vezes até de si mesma. No entanto, quando as colegas opinavam sobre Laura, ela dizia com raiva: “Vem cá, te conheço”.

“Eu tenho catiguria”

Com seu jeito único, a prostituta Bebel (Camila Pitanga) e sua “catiguria” vão ficar marcados na memória do público que acompanhava a novela global “Paraíso Tropical”. A beldade foi para o calçadão do Rio de Janeiro com a ajuda do cafetão Jáder (Chico Diaz). Na capital carioca, ela conheceu Olavo (Wagner Moura), por quem se apaixonou e quis provar a todo custo que tinha muita “catiguria”.

“Cada mergulho é um flash!”

Dizia a personagem Odete (Mara Manzan), em “O Clone”. O bordão pegou e passou a ser repetido nas ruas. Frequentadora assídua do “Piscinão de Ramos”, no Rio de Janeiro, ela era capaz de qualquer coisa para ajudar Karla (Juliana Paes) a alcançar fama e prestígio. Outra fala de Dona Odete era o “bom te ver”!

“Tô certo, ou tô errado?”

Nervoso, o marcante Sinhozinho Malta (Lima Duarte) sacudia as pulseiras e dizia “Tô certo, ou tô errado?”, na novela “Roque Santeiro”, em 1986. Apaixonado pela viúva Porcina (Regina Duarte), o fazendeiro só queria saber de agradar a amada e armar farsas para tirar vantagens pessoais.

“Bonito isso, né? Eu li num livro!”

Em 1995, foi a vez do professor de judô Dado (Cláudio Heinrich) divertir o público em “Malhação”. “Bonito isso, né? Eu li num livro!” era o bordão da personagem que encantou as adolescentes durante três temporadas da trama. Muito assediado pelas alunas, o professor era conquistador, mas quando largava essa…

“Sou chique, benhê!”

Na novela “Chocolate com Pimenta”, exibida em 2004, a dona de um salão de beleza, Márcia, vivida pela atriz Drica Moraes, criou o bordão “Sou chique, benhê!”. Seu sonho era ser rica e, como não era, orgulhava-se de ser a proprietária do centro de beleza e vivia repetindo a frase para que todos soubessem que mesmo não sendo milionária, era muito chique.

“E o salário, ó”

Chico Anysio criou inúmeros bordões. Um deles foi “E o salário, ó”, dito pelo Professor Raimundo, “um dedicado mestre”.

“Justo, muito justo, justíssimo!”

Quem falava era o Coronel Belarmino, personagem de José Wilker na novela Renascer. A frase saiu das novelas e ganhou fama nas ruas.

“Copiou?”

Seu Gomes (Walter Breda), da novela América, deixou de ser policial, mas não parou de usar o vocabulário da corporação. Com o bordão “Copiou (Farinha)?, mantinha a ordem no bairro.

“Epa, epa, epa, epa. Muita calma nessa hora”

O glorioso Juvenal Antena, vivido por Antônio Fagundes na novela “Duas Caras”. O bordão saiu da novela e a expressão se tornou popular. “Justamente” também foi repetido inúmeras vezes pelo personagem

“Stop, take it easy! Me poupe, me economize, Salgadinho!”

A célebre frase da personagem interpretada por Regina Dourado foi na época da novela “Explode Coração”, uma sensação! Quem não aderiu à moda do Salgadinho?

“Tô pagando”

Katiscia Canoro levou ao “Zorra Total” a personagem Lady Kate, uma ex-prostituta que casa com um senador e tenta entrar para alta sociedade. O bordão “Tô pagando” virou febre.

“Ai, como eu tô bandida”

Por último, o mais recente bordão que ganhou a atenção do público é da divertida Valéria Vasques, personagem interpretado por Rodrigo SantAnna no “Zorra Total”. A transex emplacou vários bordões de sucesso, o maior deles é “Ai, como eu tô bandida”. É o mais falado na atualidade.